A partir de 2026, o Brasil começou a transição para um novo sistema de impostos — e isso afeta MEI, Autônomo, Profissional Liberal e ME de formas diferentes. Veja o que já está confirmado:
Para o MEI
Continua no regime simplificado, pagando o DAS único e isento dos novos impostos (IBS e CBS). A principal mudança prática: a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal vai se estender, de forma gradual, também para vendas a pessoa física — hoje isso só é exigido em vendas para empresas.
Para o Autônomo e o Profissional Liberal
A partir de julho de 2026, quem presta serviço ou vende de forma recorrente, mesmo sem empresa aberta, pode precisar se inscrever no CNPJ para facilitar a apuração dos novos impostos. Além disso, se você tem MEI e também recebe renda como autônomo por fora, atenção: a Receita passa a somar as duas rendas — o que pode ultrapassar o limite do MEI sem você perceber.
Para a ME (Microempresa)
Empresas do Simples Nacional têm até setembro de 2026 para decidir se continuam no regime atual ou migram para o novo sistema tributário a partir de 2027. Essa decisão exige planejamento — o momento certo de avaliar isso é agora, não em cima da hora.
Por que isso importa agora
2026 é o “ano de teste”: os novos impostos já aparecem destacados nas notas fiscais, mas ainda sem cobrança efetiva. Quem se organiza agora — regulariza pendências, entende seu enquadramento correto e ajusta a forma de emitir nota — chega em 2027 sem susto.
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